Alvo da PF, hacker vendia vaga em concurso e cobrava em criptomoedas

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Segundo as investigações, o homem invadia o sistema de uma grande banca organizadora e garantia a aprovação dos postulantes a cargos públicos

Um hacker suspeito de invadir o sistema de uma grande empresa responsável pela elaboração de concursosé alvo de uma operação da Polícia Federalna manhã desta terça-feira (04/05/2019). De acordo com as investigações, ele cobrava valores em criptomoedas para aprovar candidatos que conseguissem chegar à segunda fase do certame. A PF não divulgou o nome da banca alvo do criminoso cibernético.

Os investigadores cumprem cinco mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Ceará. Um dos suspeitos permanece foragido. A ação, batizada de Operação Singular, também apura fraude bancária eletrônica, como roubo de dados de cartões de crédito e sua posterior revenda na Deepweb, camada da internet que não é possível acessar por meio dos sites de busca.

Foram identificados sete líderes da organização criminosa, que tinham atuação em âmbito nacional. Os policiais chegaram aos suspeitos por meio de técnicas de investigação digital desenvolvidas pela própria corporação.

O delito de organização criminosa prevê pena de três a oito anos de reclusão. Já a pena para furto de cartões de crédito varia de dois a oito anos. Já o crime de invasão de dispositivo informático tem pena de um a quatro anos.

Do Metrópoles


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